Futebol · Temporada
1968
- Torneio Internacional Mohammed V (Marrocos) Internacional
- Troféu Restelo (Portugal) Internacional (Amistoso)
Registro factual
Em 1968, com o retorno do artilheiro Silva Batuta da Espanha, o Flamengo brilhou internacionalmente ao conquistar o prestigioso Torneio Internacional Mohammed V, em Casablanca (Marrocos), derrotando o Saint-Étienne (campeão francês) e, na decisão, o Racing Club da Argentina (então detentor do título mundial interclubes) por 3 a 2, com gols de Silva, Liminha e Dionísio. Na Espanha, chegou à final do Troféu Joan Gamper contra o Barcelona no Camp Nou, ocasião em que Silva marcou um gol antológico de bicicleta contra o Athletic Bilbao na semifinal.
Esquadrão Base
Os onze de 1968
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Esquadrão Titular
- Marco AurélioGoleiroMarco Aurélio Moreira
- MuriloLateral-direitoMurilo Paulo de Carvalho
- OnçaZagueiroAfonso Celso Garcia Reis (Onça)
- ReyesZagueiroConstantino Hermenegildo Reyes Urrea
- Paulo HenriqueLateral-esquerdoPaulo Henrique Souza de Oliveira
- CarlinhosVolanteLuís Carlos Nunes da Silva (Carlinhos Violino)
- LiminhaMeio-campistaDarci Menezes (Liminha)
- Silva BatutaMeia-armadorWalter Machado da Silva (Silva Batuta)
- Luís CláudioPonta-direitaLuís Cláudio Cosme da Silva
- DionísioCentroavanteDionísio Álvaro dos Santos
- Rodrigues NetoPonta-esquerdaJosé Rodrigues Neto
Suplentes & Rotação da Temporada
- DominguezGoleiroRogério Domínguez
- GuilhermeZagueiroGuilherme Rodrigues
- ReyesZagueiroFrancisco Reyes
- Fio MaravilhaCentroavanteJoão Batista de Sales (Fio Maravilha)
- ArílsonPonta-esquerdaArílson de Paula Nunes
- Nei OliveiraMeia-armadorNei de Oliveira
Fontes do esquadrão (1)
Craque da temporada
Silva Batuta
De volta ao Flamengo após passagem pelo Barcelona, liderou o ataque rubro-negro na conquista do Torneio Internacional Mohammed V em Casablanca sobre o Racing-ARG (então campeão intercontinental), marcou na goleada de 5 a 1 sobre o Cruzeiro e anotou um gol antológico de bicicleta no Troféu Joan Gamper.
Artilheiro
Silva Batuta
26 gols
Escopo: temporada
Crônica Histórica
Crônica de 1968
As noites de Casablanca viram o Flamengo bater o campeão mundial Racing por 3 a 2 para erguer o cobiçado Troféu Mohammed V de 1968. De volta à Gávea, Silva Batuta encantava plateias da Europa ao Maracanã, preparando o terreno para um novo símbolo da mística rubro-negra.
Manto e imagem
O manto de 1968
Camisa rubro-negra clássica em aros horizontais vermelhos e pretos (Athleta / Hering), com gola polo preta em V sem cadarço, mangas curtas, monograma CRF branco bordado no peito esquerdo, numeração branca nas costas, calção branco e meiões rubro-negros.
- Calção
- branco
- Meião
- rubro-negro
- Em uso desde
- 1948
Sem patrocinador master na camisa: o primeiro patrocínio de camisa do clube foi o da Petrobras (marca Lubrax), estreado em 8 de abril de 1984, início de uma parceria de 25 anos. Fontes do patrocínio: pt.wikipedia.org , uol.com.br .