Futebol · Temporada
1963
- Campeonato Carioca Estadual Oficial
- Taça Drible (RJ) Estadual (Amistoso)
Registro factual
Em 1963, o Flamengo quebrou um jejum de oito anos e conquistou seu 14º Campeonato Carioca sob o comando de Flávio Costa. Após a saída de Gérson e a aposentadoria do capitão Jordan (quarto jogador com mais partidas na história do clube, com 609 jogos), o time contou com os gols de Airton Beleza — autor de quatro gols na virada épica por 4 a 3 sobre o Vasco no aniversário do clube — e sagrou-se campeão em 15 de dezembro no empate em 0 a 0 contra o Fluminense, diante de 177.020 pagantes (194.603 presentes), recorde mundial de público entre clubes.
Esquadrão Base
Os onze de 1963
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Esquadrão Titular
- MarcialGoleiroMarcial de Mello Castro
- MuriloLateral-direitoMurilo Paulo de Carvalho
- Luís CarlosZagueiroLuís Carlos Tostes
- AnaniasZagueiroAnanias Ferreira
- Paulo HenriqueLateral-esquerdoPaulo Henrique Souza de Oliveira
- CarlinhosVolanteLuís Carlos Nunes da Silva (Carlinhos Violino)
- NelsinhoMeio-campistaNélson Rosa (Nelsinho Rosa)
- EspanholPonta-direitaCarlos Alberto Espanhol
- Airton BelezaCentroavanteAirton Baptista dos Santos (Airton Beleza)
- DidaSegundo AtacanteEdvaldo Alves de Santa Rosa (Dida)
- Oswaldo Ponte AéreaPonta-esquerdaOswaldo Taurisano (Ponte Aérea)
Suplentes & Rotação da Temporada
- MauroGoleiroMauro Brasil
- JoubertZagueiroJoubert Luís Meira
- EspanholMeia-direitaCarlos Alberto Espanhol
- DidaMeia-atacanteEdvaldo Alves de Santa Rosa (Dida)
- FoguetePonta-direitaValdemar Foguete
- Carlos AlbertoPonta-esquerdaCarlos Alberto Santos
Fontes do esquadrão (1)
Craque da temporada
Marcial
Contratado em junho de 1963, o goleiro da Seleção Brasileira teve atuação monumental no Fla-Flu decisivo do Campeonato Carioca, garantindo o empate em 0 a 0 diante de 194.603 torcedores no Maracanã que deu o 14º título estadual ao clube.
Artilheiro
Airton Beleza
25 gols
Escopo: temporada (incluindo os 4 gols na virada histórica de 4 a 3 sobre o Vasco em 15/11/1963)
Crônica Histórica
Crônica de 1963
Quase duzentas mil almas comprimidas nas arquibancadas do Maracanã testemunharam em 15 de dezembro de 1963 o maior público da história mundial do futebol entre clubes. Enquanto Carlinhos regava o meio-campo com classe e Marcial fechava o gol contra o Fluminense, o apito final do 0 a 0 libertou um grito de campeão contido desde 1955.
Manto e imagem
O manto de 1963
Camisa rubro-negra clássica em aros horizontais vermelhos e pretos (Athleta / Hering), com gola polo preta em V sem cadarço, mangas curtas, monograma CRF branco bordado no peito esquerdo, numeração branca nas costas, calção branco e meiões rubro-negros.
- Calção
- branco
- Meião
- rubro-negro
- Em uso desde
- 1948
Sem patrocinador master na camisa: o primeiro patrocínio de camisa do clube foi o da Petrobras (marca Lubrax), estreado em 8 de abril de 1984, início de uma parceria de 25 anos. Fontes do patrocínio: pt.wikipedia.org , uol.com.br .