Futebol · Temporada

1955

Manto de 1955: Camisa rubro-negra clássica em aros horizontais vermelhos e pretos (Athleta / Superball), gola polo preta com corte em V sem cadarço, mangas curtas, monograma CRF branco bordado no peito esquerdo e numeração branca nas costas (introduzida em 11/07/1948), calção branco (calção preto de luto na finalíssima de 04/04/1956) e meiões rubro-negros., com escudo (Monograma CRF em branco bordado no lado esquerdo do peito (com numeração nas costas desde julho de 1948)).

Registro factual

A temporada de 1955 uniu a maior dor e a maior glória da década. Em 16/11/1955, segundos após a cesta de Guguta que deu o Pentacampeonato Carioca de Basquete ao clube no Maracanãzinho, o presidente Gilberto Cardoso sofreu um infarto fulminante e faleceu a caminho do hospital, comovendo todo o país. Em sua homenagem, o Flamengo conquistou em dezembro o Torneio Internacional do Rio de Janeiro (Taça Gilberto Cardoso), batendo Racing (2x1) e Independiente (3x0). No Campeonato Carioca (concluído em abril de 1956), após golear o Fluminense por 6x1 e empatar o 3º turno com o América, disputou a melhor de três decisiva: venceu o 1º jogo por 1x0 (gol de Evaristo aos 43 do 2º tempo), sofreu 5x1 no 2º e, na finalíssima de 04/04/1956, entrou em campo de calções pretos em luto por Gilberto Cardoso para golear o América por 4x1 — com quatro gols do garoto alagoano Dida —, conquistando o Segundo Tricampeonato Carioca (1953–1954–1955), tendo Paulinho como artilheiro do certame com 23 gols.

Esquadrão Base

Os onze de 1955

Critério: Escalação da histórica finalíssima do Campeonato Carioca de 1955 contra o América (4x1 em 04/04/1956, no Maracanã), combinada ao artilheiro do certame Paulinho (23 gols) — naquele 3º jogo decisivo, Duca atuou ao lado de Dida (autor de 4 gols) na vaga de Paulinho.
11
Zagallo
10
Dida
9
Evaristo de Macedo
7
Paulinho
8
Joel
5
Jordan
6
Dequinha
4
Servílio
3
Pavão
2
Tomires
1
Chamorro

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Esquadrão Titular

  1. ChamorroGoleiroFernando Chamorro
  2. TomiresZagueiroTomires Moreira
  3. PavãoZagueiroMarcos Cortez (Pavão)
  4. ServílioMédio-direitoServílio de Jesus
  5. DequinhaCentro-médio (Volante)José Mendonça dos Santos (Dequinha)
  6. JordanMédio-esquerdoJordan da Costa
  7. JoelPonta-direitaJoel Antônio Martins
  8. PaulinhoMeia-direitaPaulo de Almeida (Paulinho)
  9. Evaristo de MacedoCentroavanteEvaristo de Macedo Filho
  10. DidaMeia-esquerdaEdvaldo Alves de Santa Rosa (Dida)
  11. ZagalloPonta-esquerdaMário Jorge Lobo Zagallo

Suplentes & Rotação da Temporada

  1. AriGoleiroAri de Souza
  2. JadirMédio-volanteJadir Egídio de Souza
  3. RubensMeia-armadorRubens Josué da Costa (Doutor Rubens)
  4. ÍndioCentroavanteAluísio Francisco da Luz (Índio)
  5. BenítezMeia-esquerdaMiguel Ángel Benítez Pavón
  6. BabáPonta-esquerdaMário Braga (Babá)
Fontes do esquadrão (2)
  1. FlaEstatística — História ano a ano, Parte 04 (1945–1955) (abre em nova aba) flaestatistica.com.br · acessado em
  2. Wikipédia PT — História do Clube de Regatas do Flamengo (abre em nova aba) pt.wikipedia.org · acessado em

Craque da temporada

Dida

Escalado por Fleitas Solich para o terceiro e decisivo jogo da final do Campeonato Carioca de 1955 contra o América (04/04/1956, diante de quase 140 mil pessoas no Maracanã), o jovem alagoano Dida marcou os quatro gols da vitória por 4x1 que deu o segundo Tricampeonato Carioca ao Flamengo.

Artilheiro

Paulinho

23 gols

Escopo: Campeonato Carioca 1955 (artilheiro geral da competição)

Crônica Histórica

Crônica de 1955

Em 16 de novembro de 1955, no Maracanãzinho, o coração de Gilberto Cardoso parou de bater no exato instante em que a bola de Guguta caía na cesta para dar o penta ao basquete rubro-negro. O Flamengo ficou órfão de seu presidente mais amado e jurou que o Tricampeonato Carioca de futebol seria dele. Na finalíssima contra o América, em 4 de abril de 1956, depois de um assustador 5 a 1 sofrido no segundo jogo, o time pisou o Maracanã de calções negros, em luto solene. E então um menino franzino vindo de Maceió, chamado Dida, fez o que parecia sonho: marcou quatro vezes nos 4 a 1 e entregou o segundo Tri ao céu.

Manto e imagem

O manto de 1955

Camisa rubro-negra clássica em aros horizontais vermelhos e pretos (Athleta / Superball), gola polo preta com corte em V sem cadarço, mangas curtas, monograma CRF branco bordado no peito esquerdo e numeração branca nas costas (introduzida em 11/07/1948), calção branco (calção preto de luto na finalíssima de 04/04/1956) e meiões rubro-negros.

Calção
branco
Meião
rubro-negro
Em uso desde
1948
Fontes do manto (3)
  1. FlaEstatística — Uniformes (Rubro-Negro Modelo 1) (abre em nova aba) flaestatistica.com.br · acessado em
  2. Museu Flamengo — O Manto Sagrado (abre em nova aba) museuflamengo.com · acessado em
  3. FlaEstatística — História ano a ano, Parte 04 (1945–1955) (abre em nova aba) flaestatistica.com.br · acessado em
Fotografia histórica autêntica em preto e branco da equipe bicampeã e tricampeã carioca de meados dos anos 1950, posada no gramado com a comissão técnica e massagista. Comandado pelo paraguaio Fleitas Solich, aquele esquadrão com Garcia, Tomires, Pavão, Servílio, Dequinha, Jordan, Paulinho, Dida, Evaristo e Zagallo varreu o Maracanã. (Fonte Oficial: Diário Lance! & Jornal dos Sports (Acervo Fotográfico) · Fotografia de Campo Original dos Anos 1950 / Reprodução Acervo Lance!)
Fotografia histórica autêntica em preto e branco da equipe bicampeã e tricampeã carioca de meados dos anos 1950, posada no gramado com a comissão técnica e massagista. Comandado pelo paraguaio Fleitas Solich, aquele esquadrão com Garcia, Tomires, Pavão, Servílio, Dequinha, Jordan, Paulinho, Dida, Evaristo e Zagallo varreu o Maracanã. Fonte Oficial: Diário Lance! & Jornal dos Sports (Acervo Fotográfico) · Fotografia de Campo Original dos Anos 1950 / Reprodução Acervo Lance!