Futebol · Temporada
1933
Sem títulos registrados nesta temporada.
Registro factual
O ano de 1933 marcou o fim do amadorismo e a entrada do Flamengo na era profissional, além da primeira excursão internacional da história do clube (ao Uruguai e à Argentina, com vitória memorável por 3 a 2 sobre o Peñarol no Estádio Centenário de Montevidéu). Na temporada, a equipe disputou 35 jogos (11 vitórias, 9 empates e 15 derrotas, com 72 gols pró e 73 contra). Em 14/05/1933, despediu-se do amadorismo aplicando 16 a 2 sobre o River (com quatro gols de Nelson e três de Flávio Costa) antes de aderir à profissional Liga Carioca de Futebol (LCF), pela qual venceu o Fluminense nos dois turnos (2 a 1 e 3 a 1). O ano registrou ainda a estreia do ponta-esquerda Jarbas Batista, primeiro atleta negro da história rubro-negra.
Esquadrão Base
Os onze de 1933
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Esquadrão Titular
- FernandinhoGoleiroFernando de Almeida (Fernandinho)
- MoysésLateral-direitoMoysés de Castro
- BibiZagueiroBenedito de Assis (Bibi)
- AfonsinhoVolanteAfonso Guimarães da Silva (Afonsinho)
- Flávio CostaMeio-campistaFlávio Rodrigues Costa
- RubensMeia-armadorRubens Josué da Costa (Doutor Rubens)
- RobertoPonta-direitaRoberto de Almeida
- FaiaSegundo AtacanteMário Faia
- NelsonCentroavanteNélson da Conceição
- GabrielSegundo AtacanteGabriel de Almeida
- JarbasPonta-esquerdaJarbas Baptista
Suplentes & Rotação da Temporada
- GermanoGoleiroGermano Boettcher Sobrinho
- LinoZagueiro-direitoLino de Souza
- BenevenutoCentro-médioHumberto Benevenuto
- BarbosaMédio-direitoMoacyr Barbosa
- ElóiCentroavanteElói Francisco
- VicentinoMeia-esquerdaVicentino Rodrigues
Craque da temporada
Jarbas
Estreou em 1933 como o primeiro jogador negro da história do Flamengo, assumindo a ponta esquerda na primeira excursão internacional do clube ao Uruguai e à Argentina e no início do profissionalismo.
Artilheiro
Nelson
14 gols
Escopo: todos os jogos do ano de 1933
Crônica Histórica
Crônica de 1933
Em mil novecentos e trinta e três, o Flamengo virou a página mais profunda de sua história: despediu-se do amadorismo com um estrondoso dezesseis a dois sobre o River — a maior goleada rubro-negra em todos os tempos — e abraçou o futebol profissional na Liga Carioca de Futebol. Foi também o ano em que o manto cruzou fronteiras pela primeira vez, batendo o poderoso Peñarol por três a dois em pleno Estádio Centenário de Montevidéu, e em que o ponta-esquerda Jarbas Batista estreou abrindo caminho para os grandes ídolos negros que fariam do Flamengo a verdadeira nação do povo brasileiro.
Manto e imagem
O manto de 1933
Camisa titular em aros horizontais vermelhos e pretos separados por finos filetes brancos (modelo 1932), com gola polo aberta, mangas curtas e monograma CRF branco bordado no peito esquerdo.
- Calção
- branco
- Meião
- rubro-negro
- Em uso desde
- 1932
Sem patrocinador master na camisa: o primeiro patrocínio de camisa do clube foi o da Petrobras (marca Lubrax), estreado em 8 de abril de 1984, início de uma parceria de 25 anos. Fontes do patrocínio: pt.wikipedia.org , uol.com.br .